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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher Nacional, participou na manhã deste sábado (16) do seminário Rota 22 da Região Metropolitana de Natal, realizado pelo PL em parceria com o Instituto Álvaro Valle, no Olimpo Recepções. Em sua fala, ela criticou a política externa do governo Lula, reforçou ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e convocou apoiadores a se mobilizarem para as eleições de 2026.

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Críticas à política externa
Michelle classificou a diplomacia brasileira como “nanica”, ao não negociar com os Estados Unidos para evitar o chamado tarifaço americano. “Foram oferecer jabuticaba e nós estamos recebendo abacaxis”, ironizou. Para ela, sanções econômicas são aplicadas a países ditatoriais e refletem um cenário de desgoverno no Brasil.

Defesa de Jair Bolsonaro
Ao mencionar o ex-presidente, Michelle afirmou que Jair Bolsonaro gostaria de estar em Natal, mas encontra-se “injustamente em prisão domiciliar”. Segundo ela, o marido foi um “divisor de águas” que resgatou o patriotismo e hoje é alvo de perseguição política. “2026 está logo ali. Ou a gente reage, ou seremos engolidos. Para presidente temos nome e sobrenome: Jair Messias Bolsonaro”, declarou.

Críticas ao Judiciário e mobilização política
Michelle também direcionou suas falas ao Supremo Tribunal Federal. Segundo ela, a população passou a conhecer mais de perto os ministros e suas decisões. “Antes ninguém sabia o nome deles. Hoje o cidadão de bem entende de política. Eu mesma, dona de casa, hoje debato política porque não aceito a destruição dos nossos valores”, disse.

Chamado à resistência
A ex-primeira-dama pediu esperança e mobilização da militância conservadora. “Não está sendo fácil ver Bolsonaro silenciado. Ele foi retirado da tomada. Mas precisamos do combustível para continuar. O troco virá nas urnas em 2026”, afirmou.

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Participação das mulheres
Michelle ressaltou ainda que cada liderança do PL deve educar para a política e formar novas lideranças femininas. “Precisamos de um novo ciclo, novas embaixadoras. O Brasil é rico, mas governado por corruptos que gastam irresponsavelmente e destroem a dignidade do povo. Não podemos nos omitir”, declarou.

Conclusão
Encerrando o discurso, convocou homens e mulheres a ocuparem espaço na política para “defender valores e combater o mal”. “Saúde, educação, infraestrutura, tudo passa pela política. Se não nos posicionarmos, o mal toma conta. Nós, mulheres, temos um olhar diferenciado e, ao lado dos homens, vamos construir uma nação transformada”, finalizou.

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