O prefeito Paulinho Freire esteve na Zona Norte, visitou as famílias atingidas no Jardim Primavera, ouviu moradores e assumiu dois compromissos claros: indenizar as famílias prejudicadas e dar celeridade à solução definitiva do problema da lagoa.

Foi ao local. Olhou nos olhos. Assumiu responsabilidade administrativa. Esse é o fato.

O lamentável, porém, foi a tentativa visivelmente orquestrada de transformar um momento de escuta e encaminhamento em palco político. Uma ação claramente montada para constranger e desestabilizar o prefeito, explorando o sofrimento das famílias para gerar recortes convenientes para blogs alinhados à esquerda.

A narrativa de que o prefeito não foi bem recebido ou que teria “saído correndo” não passa de falácia construída a partir de recorte frágil e conveniente da oposição. Quem esteve presente viu: houve diálogo, cobrança, como é natural e compromisso assumido. O resto é edição estratégica para alimentar militância digital.

Tentaram vender conflito onde houve conversa. Tentaram vender hostilidade onde houve presença institucional.

A dor das famílias do Jardim Primavera é real. E é séria demais para virar instrumento de disputa política.

Se a intenção é ajudar, que se cobre solução técnica, recursos para obras estruturantes e acompanhamento das intervenções. O resto é teatro para rede social.

No fim das contas, o que importa é o compromisso assumido: indenização às famílias e resolução do problema da lagoa. O tempo agora é de entrega.