Foto: Reprodução

A investigação sobre o caso da menina Maria Clara Silva, de 10 anos, internada em Natal após apresentar lesões na pele depois de utilizar um detergente da marca Ypê, ganhou um novo desdobramento. Segundo avaliação do infectologista Kleber Luz, a hipótese de relação entre o quadro clínico da criança e a contaminação investigada pela Anvisa é considerada improvável.

Em entrevista repercutida pelo BNews, o médico afirmou que as manchas apresentadas pela criança têm características compatíveis com a parvovirose, infecção viral causada pelo parvovírus B19 e frequentemente registrada em crianças.

“A chance de ser a bactéria do Ypê é quase impossível. As manchas que a Pseudomonas aeruginosa produz na pele são enegrecidas, escuras”, explicou o infectologista.

A bactéria citada pelo especialista motivou recentemente um alerta sanitário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que determinou o recolhimento de lotes específicos do detergente da marca Ypê.

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