Ampliação do binário das avenidas Jaguarari e São José é iniciada nesta terça
Foto: Divulgação/STTU
A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), iniciou nesta segunda-feira (19) as obras de ampliação do binário formado pelas avenidas Jaguarari e São José. A intervenção tem como objetivo melhorar a fluidez do trânsito e promover mais segurança para motoristas, pedestres e ciclistas na zona urbana da capital potiguar.
As obras ocorrem nos trechos compreendidos entre a avenida Antônio Basílio e a Capitão Mor Gouveia, no caso da avenida Jaguarari, e entre a avenida Lima e Silva e a Capitão Mor Gouveia, na avenida São José. Nesta primeira fase, estão sendo realizados os serviços de fresagem e recapeamento do asfalto, com previsão de duração de 15 dias.
Concluída essa etapa, será iniciado o processo de sinalização viária, previsto para começar 30 dias após o período de cura do novo asfalto. A implantação operacional do novo trecho do binário está estimada para ocorrer também em 30 dias após a sinalização.
De acordo com a STTU, a ampliação do binário foi definida com base em uma avaliação positiva do trecho já existente entre as avenidas Jaguarari e São José. Segundo o órgão, foram observadas melhorias na fluidez do tráfego, aumento da capacidade de circulação, implantação de ciclovias e criação de novas vagas de estacionamento.
A secretaria informou ainda que a intervenção visa adaptar a malha viária ao crescimento do fluxo de veículos, promovendo a inclusão de diferentes modais de transporte e contribuindo para uma cidade mais organizada e segura.
Atualizações sobre o cronograma das obras e possíveis interdições temporárias serão divulgadas nos canais oficiais da Prefeitura do Natal.
Comissão do Senado aprova flexibilização do licenciamento ambiental
Foto: © EBC
A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado aprovou, nesta terça-feira (20), por votação simbólica, o projeto de lei (PL) que cria novo marco para o licenciamento ambiental no Brasil com a flexibilização de regras para empreendimentos com impactos sobre o meio ambiente.

O PL 2.159/2021 é tido como um retrocesso por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os especialistas que o criticam questionam a possibilidade de autolicenciamento por parte das empresas para obras de pequeno e médio portes, além da isenção de licença para determinadas atividades agropecuárias.
Por outro lado, a matéria é apoiada pela bancada ruralista e pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Os defensores do PL argumentam que as regras atuais são contraditórias e burocráticas, o que paralisa obras e empreendimentos em todo o país, prejudicando desenvolvimento econômico. Ao mesmo tempo, sustentam que a matéria mantém a fiscalização ambiental.
O texto deve ser votado ainda na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e está na pauta do plenário do Senado nesta quarta-feira (21). Se aprovado, volta para nova análise da Câmara dos Deputados uma vez que o Senado alterou o texto original. Manifestaram-se contra o texto apenas os senadores do PT e a senadora Eliziane Gama (PDS-MA).
Eliziane argumentou que o texto apresentado no Senado é melhor do que o da Câmara, mas que ainda está “muito ruim”. Segundo a senadora, a lei é inconstitucional por liberar autolicenciamentos para obras de médio porte. Eliziane lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já derrubou leis estaduais com esse teor.
“[A barragem que se rompeu] em Brumadinho era de médio porte. Nós temos vários outros empreendimentos, não apenas em Minas Gerais, mas em outros estados, que são de médio porte. Se não considerarmos todo o processo de licenciamento ambiental como tem que ser, nós poderemos, em função do lucro e da competitividade, infelizmente, ceifar novas vidas”, afirmou a parlamentar.
O relator do PL na comissão, senador Confúcio Moura (MDB), disse que fez os ajustes possíveis para reduzir as divergências. Confúcio informou que o projeto, que tinha 80 pontos de discordâncias entre os senadores, ficou com apenas seis divergências ao final.
“Não ficou nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Ficou o que foi possível. Sobre Brumadinho ser médio porte. Nós temos agora as condicionantes que o Poder ambiental vai usar para decidir o porte de cada empreendimento, como localização e natureza do empreendimento. Isso fica a cargo do órgão licenciador”, justificou.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), criticou a transferência, para estados e municípios, do poder de definir o porte ou impacto ambiental das obras e empreendimentos no Brasil. Para ele, a mudança é “extremamente arriscada”.
“Nós estamos correndo risco de ter uma guerra ambiental. Quem facilitar mais o formato do licenciamento conseguirá atrair [o empreendimento]. Eu já fui governador, conheço a estrutura de prefeitura. Imagine, por exemplo, uma cidade pequena. A pressão de um grande empresário sobre o prefeito é muito grande. E eu acho que, às vezes, ele não tem estrutura para resistir a isso”, afirmou.
O líder do governo criticou ainda a decisão de desconsiderar órgãos técnicos no processo de licenciamento ambiental. “Desconsiderar órgãos técnicos, como a Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas], que podem ser ouvidos, mas não são obrigados a ser acompanhados, eu acho que é fragilizar demais esse processo porque são órgãos técnicos, não políticos”, disse.
A relatora do projeto na CAR, senadora Tereza Cristina (PP-MS), disse que o texto não é perfeito, mas que precisa ser aprovado para destravar obras e empreendimentos no Brasil.
“As regulações [atuais] confundem e paralisam os processos e, muitas vezes, sobrepõem competências entre a União, os estados e os municípios. Isso causa insegurança jurídica. O licenciamento precisa ser visto e analisado com calma, só que, às vezes, são demoras sem necessidade, que atravancam o desenvolvimento. É claro que o meio ambiente precisa ser preservado, mas a lei que estamos discutindo não revoga nenhuma punição por crime ambiental”, comentou.
Já o senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que o projeto seria um “presente para o presidente Lula” por destravar obras e criticou a legislação ambiental no país.
“É a solução de continuidade nas obras que não andam nesse país. Lá no meu estado, temos uma mina de potássio, de ureia e temos o fósforo, que fazem os fertilizantes E não querem que a gente aprove isso aqui porque o meio ambiente não permite que a gente trabalhe. Hoje, a gente vive hoje refém de uma política ambientalista que não interessa à nação brasileira”, afirmou Aziz.
Retrocesso
Organizações ambientais sustentam que o projeto representa o maior retrocesso em matéria de legislação ambiental dos últimos 40 anos, desde a Constituição de 1988.
“Temos problemas? Temos. Os processos demoram e poderiam ser mais previsíveis. A gente pode discutir uma série de melhorias procedimentais. No lugar de garantir mais pessoal para realizar os licenciamentos, você começa a transformar o licenciamento em um apertar de botão. Essa é a distorção”, respondeu.
Já o Ministério do Meio Ambiente considera que o projeto viola princípios fundamentais da Constituição, que garante um meio ambiente equilibrado. O secretário executivo do ministério, João Paulo Capobianco, considera a matéria um grande retrocesso.
“O projeto viola, da forma como está, alguns princípios fundamentais que já foram trazidos pelo Supremo para resolver outras inúmeras questões ocorridas, principalmente, no governo anterior. O Supremo adotou o princípio do não retrocesso como um princípio basilar nas suas decisões e esse projeto de lei, evidentemente, traz um conjunto grande de retrocessos”, disse.
Fonte: Agência Brasil
Mais de 5 milhões de eleitores terão título cancelado, informa TSE
© Marcello Casal JrAgência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (20) que deve cancelar mais de 5 milhões de títulos eleitorais de pessoas que faltaram às três últimas eleições sem apresentar justificativa ou pagar as multas necessárias.
O prazo para regularizar a situação do título se encerrou na segunda (19). Esses eleitores, contudo, ainda têm uma última chance de regularizar sua inscrição eleitoral. Para isso, é necessário comparecer a um cartório eleitoral ou acessar o autoatendimento na internet e fazer um requerimento.
Caberá ao juízo eleitoral decidir se afasta ou não o cancelamento, baseado na documentação anexada ao processo.
O TSE informa ainda que o cancelamento não será comunicado individualmente. O eleitor pode verificar se teve o título cancelado consultando sua situação eleitoral no site do TSE.
“Quem não tiver quitado seus débitos deverá fazê-lo, mas a quitação não impedirá o cancelamento”, alerta a Justiça Eleitoral. “Será necessário, além de pagar os débitos, requerer a regularização do título”.
A partir de 30 de maio, quem não tiver tomado nenhuma providência terá o título cancelado, ficando impedido de votar ou ser votado.
Fonte: Agência Brasil
Jovem morre após ser ferido por peixe-leão no litoral do RN
Foto: Pixabay/churananngm
Um jovem de 26 anos morreu afogado neste fim de semana enquanto pescava no município de Grossos, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Thiago Rodrigues, morador da comunidade de Manibu, em Icapuí, no Ceará. Segundo a Polícia Militar, o jovem foi ferido por um peixe-leão, espécie marinha venenosa e invasora, antes de se afogar.
De acordo com informações da Polícia Militar, Thiago foi ferido enquanto pescava e continuou no mar, mas acabou se afogando em seguida. Seu pai, que o acompanhava na embarcação, presenciou a tragédia. O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep/RN) confirmou que a causa da morte foi afogamento.
O jovem mergulhador pode ter se afogado em decorrência da toxina presente nos espinhos dorsais do peixe, que é potente e capaz de provocar dor intensa, inchaço, paralisia temporária e, em alguns casos, reações sistêmicas mais graves, como dificuldade respiratória e perda de consciência. Essas reações podem comprometer a capacidade da vítima de se manter na superfície da água, especialmente se ela estiver mergulhando ou nadando no momento do contato, o que pode levar ao afogamento.
Espécie Invasora
O peixe-leão é uma espécie originária do Pacífico Sul e do Oceano Índico, com habitat natural em áreas de recifes de coral, especialmente no Mar Vermelho. Em seu ambiente de origem, a população é naturalmente controlada por predadores como tubarões, garoupas, moréias e barracudas. No entanto, desde que chegou ao Brasil em 2020, a espécie tem se espalhado rapidamente por não possuir predadores naturais na região.
População do animal está em crescimento e preocupa especialistas
O primeiro registro do peixe-leão no litoral potiguar foi feito em 2022. Desde então, cerca de 300 exemplares já foram avistados em águas do estado, segundo dados da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A presença crescente do animal preocupa autoridades ambientais e especialistas, tanto pelos riscos ao ecossistema marinho quanto pela ameaça direta à vida humana.
Comando Vermelho enviou dinheiro para casas de apoio em Mossoró, revela investigação da PF
Foto: Divulgação
Documentos apreendidos pela Polícia Federal revelam que o Comando Vermelho (CV), uma das maiores facções criminosas do Brasil, enviou recursos financeiros para casas de apoio da organização em Mossoró, no Rio Grande do Norte, além de outras cidades que abrigam presídios federais, como Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Brasília (DF).
A descoberta foi feita a partir da interceptação de mensagens trocadas entre Edgar Alves Andrade, o “Doca”, chefe do tráfico no Complexo da Penha (RJ), e Arnaldo da Silva Dias, conhecido como “Naldinho”, atualmente preso no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro.
Durante a operação, os agentes da PF encontraram planilhas manuscritas que detalham o fluxo financeiro da facção em fevereiro de 2024. A movimentação soma R$ 13,8 milhões, sendo R$ 6 milhões descritos como “dinheiro guardado” e R$ 7,8 milhões relacionados a “mercadorias” – termo comumente utilizado para drogas.
Entre os gastos listados estão R$ 55 mil com advogados, R$ 39 mil na compra de 30 kg de maconha e até R$ 280 para aquisição de uma cafeteira. As planilhas também registram o envio de mais de R$ 30 mil para estruturas de apoio da facção em diferentes cidades, incluindo Mossoró, onde está localizado um dos presídios federais de segurança máxima que abrigam líderes do CV.
O documento também detalha a entrada de recursos, com destaque para mais de R$ 1 milhão provenientes da venda de cocaína, maconha e skank. Além disso, R$ 168 mil foram enviados por comunidades dominadas pela facção, como Guandu e Manguinhos, ambas no estado do Rio de Janeiro.
As mensagens interceptadas revelam ainda que a cúpula da organização determinou uma trégua de sete dias em roubos e confrontos durante a realização da cúpula do G20, em fevereiro, no Rio. Segundo os investigadores, a ordem teria partido após um suposto contato entre a facção e “um representante das autoridades no Rio”, mas o nome da autoridade não foi identificado.
Arnaldo da Silva Dias, o Naldinho, cumpre pena de mais de 50 anos por tráfico e homicídio. A Polícia Federal aponta que ele atua como porta-voz da facção, repassando ordens à base e intermediando conflitos internos.
A Polícia Federal foi procurada para comentar a investigação, mas não se manifestou até o momento. O espaço segue aberto para atualizações.
Com informações de O Globo
Nando Reis, Geraldo Azevedo, Maria Gadú e Zé Lezin são atrações confirmadas do XVII Festival Gastronômico e Cultural de Martins
A cidade de Martins viveu um momento de grande expectativa e celebração na noite do último sábado, 17 de maio, com a apresentação oficial da data e das atrações do XVII Festival Gastronômico e Cultural de Martins, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural do estado.
Pela primeira vez, o lançamento foi realizado em praça pública, na Praça da Matriz, com acesso livre à população, reforçando o caráter democrático e popular do festival. O prefeito César foi o responsável por conduzir o anúncio e reforçar o compromisso de fazer da festa uma experiência acessível, acolhedora e para todos.
Na ocasião, foi confirmada a data oficial do evento: o festival acontecerá de 10 a 13 de julho de 2025, reunindo o melhor da gastronomia regional, música, arte, cultura popular e turismo afetivo na serra potiguar.
As atrações principais desta edição prometem emocionar públicos de todas as idades: na quinta-feira, 10, o show fica por conta de Nando Reis, com seus grandes sucessos do pop/rock nacional, Geraldo Azevedo, ícone da música nordestina, será a atracão da sexta-feira,11. Já no sábado, 12, será a vez da cantora Maria Gadú, com sua voz marcante e repertório sensível. Para encerrar, o domingo, 13, terá um espetáculo de humor com Zé Lezin.
Além dos nomes nacionais, o festival valoriza os talentos locais e regionais, com shows culturais, artistas da terra e apresentações que destacam a identidade e a riqueza cultural de Martins que serão reveladas no decorrer dos próximos dias.
Durante o discurso, o prefeito César destacou a ampliação da estrutura do festival em 2025, com espaços mais amplos, acessíveis e integrados, além de novidades na programação gastronômica e cultural.
“Essa festa é de todos e por isso o lançamento foi aqui, na praça, no coração da cidade. É o nosso jeito de dizer: Martins está de braços abertos para receber cada um com sabor, cultura e acolhimento”, afirmou.
Com o slogan “Sabor para todos, festa de todos”, o Festival de Martins reafirma seu lugar como um dos principais eventos de cultura e turismo do Rio Grande do Norte.
Extorsão e cobranças abusivas feitas por flanelinhas serão tema de audiência pública proposta pelo vereador Kleber Fernandes
Foto Francisco de Assis/CMN
O vereador Kleber Fernandes (Republicanos), que preside a Comissão de Defesa do Consumidor, da Câmara Municipal, vai promover um debate sobre o tema que aflige a população natalense que precisa estacionar seu carro nas vias de Natal e também em eventos de grande porte. A ideia é discutir acerca das cobranças abusivas, e até casos de extorsão, praticada por flanelinhas na capital. O debate acontecerá amanhã (20), às 15h. O encontro pretende ouvir representantes da categoria, órgãos públicos, especialistas e a população em geral para discutir soluções equilibradas e sustentáveis para a atividade.
Segundo Kleber, a medida não visa criminalizar ou extinguir a prática, mas integrá-la ao ordenamento urbano com respeito ao cidadão e valorização do trabalhador informal. “O que estamos propondo é uma política pública equilibrada, que respeite tanto quem precisa trabalhar nas ruas, quanto quem utiliza os espaços públicos para estacionar com tranquilidade. Regular não é reprimir, é reconhecer. É dar dignidade e, também, estabelecer limites claros para o bom convívio social”, destaca o vereador.
Em diversas regiões da cidade, a presença dos profissionais, popularmente conhecidos como “flanelinhas”, é uma realidade consolidada há décadas. Eles atuam em áreas de grande movimentação, como centros comerciais, hospitais, praias e eventos públicos. Embora a atividade seja fonte de renda para muitas famílias em situação de vulnerabilidade, ela também desperta apreensão em parte dos motoristas, que relatam sentimento de insegurança, abordagens indevidas e ausência de fiscalização. A falta de regulamentação clara contribui para um cenário de incerteza tanto para os trabalhadores quanto para os cidadãos que utilizam o espaço público.
Projeto para regulamentar prática
Diante dessa realidade, o parlamentar apresentou um projeto de lei que regulamenta a atividade dos guardadores e lavadores autônomos de veículos no município de Natal. “A proposta estabelece diretrizes para o funcionamento legal da atividade, como o cadastro dos profissionais junto à administração municipal, incentivo à formação de associações ou cooperativas, capacitação profissional e normas para o uso responsável do espaço público”, explicou Kleber.
O projeto também prevê ações educativas e de orientação aos profissionais, além de normas que proíbem exigência de pagamento obrigatório pelo serviço prestado, cobrança de valores pré-determinados, ou obstruir vias públicas, intimidar ou coagir motoristas para que aceitem o serviço. A matéria agora segue para análise nas comissões temáticas da Câmara Municipal.
TSE: prazo para regularizar título de eleitor termina nesta segunda
Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / ABr
Termina nesta segunda-feira (19) o prazo da Justiça Eleitoral de regularização do título de eleitor para os chamados “eleitores faltosos”.
O termo designa quem não votou, não justificou e não pagou a multa referência a essas ausências nos três últimos pleitos seguidos – regulares ou suplementares.
Importante: o primeiro e o segundo turno contam como eleições diferentes para essa verificação.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até a sexta-feira (16) 145.714 eleitores e eleitoras já tinham regularizado sua situação. Faltavam, no entanto, outros 5.129.608.
Quem não regularizar o documento até esta segunda terá o titulo de eleitor cancelado.
O que acontece se o título for cancelado?
Sem um título válido, além de não poder comparecer às urnas, o cidadão fica impedido de tirar passaporte e assumir vaga ao ser aprovado em um concurso público, por exemplo.
Outras restrições incluem:
- Votar ou se candidatar a cargos públicos.
- Receber salários, proventos ou qualquer remuneração de cargo ou função pública, autárquica, paraestatal ou de empresas e fundações subvencionadas pelo governo.
- Participar de concorrências públicas ou administrativas da União, estados, municípios, autarquias ou entidades similares.
- Obter carteira de identidade.
- Renovar matrícula em estabelecimentos de ensino oficiais ou fiscalizados pelo governo.
- Realizar qualquer ato que exija quitação do serviço militar ou do imposto de renda.
Como consultar sua situação
Para verificar se o seu título está passível de cancelamento, siga estes passos:
- Acesse o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- Clique em Autoatendimento Eleitoral – Título Eleitoral – Consultar situação eleitoral.
O serviço é gratuito e pode ser feito também pelo aplicativo e-Título ou nos cartórios eleitorais durante o horário de expediente.
O TSE orienta o eleitor a fazer a consulta e a regularização apenas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral para evitar golpes.
Como regularizar o título
O procedimento para regularizar o título de eleitor até 19 de maio é simples: basta pagar as multas referentes às ausências.
O pagamento pode ser feito por meio de:
- Autoatendimento Eleitoral (site do TSE)
- Aplicativo e-Título
- Cartório eleitoral, com pagamento via boleto, Pix ou cartão
Após o pagamento, a quitação eleitoral será registrada automaticamente.
Para quem não tem condições financeiras para pagar a multa, é possível solicitar a isenção ao juiz eleitoral, apresentando justificativa.
E depois do prazo?
Para quem não regularizar a situação até o dia 19 de maio, o processo se torna mais complexo.
Daí, além de pagar a multa e a taxa de emissão de um novo título, será necessário apresentar documentos adicionais, como comprovante de endereço.
O processo de emissão de um novo título de eleitor, além disso, requer comparecimento presencial a um cartório eleitoral.
Quem não precisa regularizar?
O cancelamento do título não se aplica aos seguintes casos:
Eleitores facultativos:
- Menores de 18 anos
- Pessoas com 70 anos ou mais
- Pessoas não alfabetizadas
Pessoas com deficiência:
- Desde que comprovem dificuldade impeditiva para votar
- Casos de justificativa aceitos pela Justiça Eleitoral
Fonte: g1
“Rogério será mais útil para o RN se ficar em Brasília”, diz General Girão
Deputado federal General Girão (PL-RN) – Foto: Kayo Magalhães / Câmara
O deputado federal General Girão (PL) afirmou que o senador Rogério Marinho (PL), pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte em 2026, tem chances claras de vitória, mas avalia que sua permanência em Brasília seria mais benéfica para o Estado.
A entrevista foi concedida em entrevista à rádio 94 FM nesta sexta-feira (16).
“O nome de Rogério é o mais forte. Hoje, é quem tem mais apoio político no Estado e uma posição nacional muito forte. Mas, eu acredito que Rogério será muito mais útil para o RN se ele ficar em Brasília, no cargo que vier a receber, seja vice-presidente, seja presidente do Congresso Nacional”, declarou Girão.
Apesar de considerar que Marinho venceria com facilidade o governo estadual — “Se ele tiver que vir para o Governo do Estado, com certeza ganha disparado. Não tenho dúvida nenhuma sobre isso” —, Girão destacou a importância de articulações no Congresso.
Ele também comentou sobre os nomes cotados na centro-direita para a disputa, citando o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), e o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), como opções viáveis, embora com menor projeção nacional. Sobre Allyson liderar pesquisas, Girão ponderou: “A pesquisa induz alguma coisa que a gente precisa refletir sobre isso”.
O parlamentar criticou a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT): “Nós precisamos, de um jeito total agora, agastar essa gestão petista do Governo do Estado. Precisamos tirar isso”.
Por fim, defendeu uma união da centro-direita para evitar divisão de votos: “Eu espero que a liderança do ex-senador José Agripino, no União Brasil, possa fazer com que a gente converse sobre isso. Para que não prevaleçam somente interesses pessoais. O trabalho em equipe poderá fazer com que a gente tenha essa vitória na eleição de 2026 para o governo do Estado”.
Ex-presidente Sarney diz que 8 de janeiro não foi golpe: “Houve um excesso de judicialização da política e de politização da justiça”
Foto: Agência Brasil
O ex-presidente José Sarney se manifestou recentemente sobre temas sensíveis da política brasileira, incluindo o papel dos militares, o episódio de 8 de Janeiro e as punições aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em suas declarações, Sarney defendeu a consolidação da democracia no Brasil e chamou atenção para o que considera excessos e falhas estruturais no sistema de justiça e de punições do país.
Ao ser questionado sobre a presença de militares na política e os processos judiciais relacionados a tentativas de golpe de Estado, Sarney descartou a possibilidade de rupturas democráticas. “Jamais qualquer golpe de Estado ocorrerá neste país, porque já tivemos algumas experiências que foram danosas à nossa tranquilidade democrática. Isso não ocorrerá mais”, afirmou.
Segundo o ex-presidente, os próprios militares reconhecem que a democracia é o regime mais adequado. “Os próprios militares chegaram à conclusão de que o melhor regime é o do povo para o povo, e não qualquer aventura autoritária”, declarou. Ele também relembrou o processo de redemocratização iniciado ainda durante o governo do general Ernesto Geisel. “Nós não fizemos a passagem à democracia por meio de uma batalha militar […] mas, sim, por um processo de engenharia política muito bem construído”, explicou, acrescentando que os militares atualmente “estão dedicados a seus deveres constitucionais”.
Sobre os ataques aos Três Poderes em 8 de Janeiro de 2023, Sarney afirmou que não se tratou de uma tentativa de golpe. Para ele, houve um “excesso de judicialização da política e de politização da Justiça”.
Ao comentar as punições aplicadas pelo STF aos envolvidos, o ex-presidente criticou o sistema prisional brasileiro. “Enquanto nós tivermos o sistema penitenciário que temos, ele será uma escola de crime em vez de ser um lugar de recuperação”, disse. Para Sarney, o Supremo deve considerar alternativas às penas que envolvam reclusão, em razão da superlotação e ineficácia do sistema. “Temos que abandonar os processos políticos e ver as coisas factualmente”, concluiu.
Com informações de Veja

Parabéns prefeito @paulinhofeire, pelo belíssimo carnaval 👏👏👏👏👏
Álvaro Dias será se Deus quiser o melhor para reconstruir o RN o mesmo que fez por Natal se Deus…
Que notícia maravilhosa 👏🏻👏🏻👏🏻