Galeria Carrefour Natal promove evento de adoção de pets no sábado (29)
- Parceria com a ONG Aspan incentiva a tutela responsável de cães e gatos de várias idades

No próximo sábado, (29), uma ação conjunta entre Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo Carrefour Brasil, e a área de Causa Animal realizam mais uma edição do evento de adoção de pets. Desta vez, a campanha traz cães e gatos, adultos e filhotes, de diferentes idades, resgatados pela Associação de Proteção aos Animais, (Aspan), que estão em busca de uma nova família. O evento acontece na Galeria Carrefour Natal, das 13h às 19h no estacionamento do hipermercado.
A iniciativa promove a adoção responsável de pets que já estão vacinados e vermifugados. Para adotar um novo melhor amigo de quatro patas é necessário ter mais de 21 anos, apresentar os documentos originais de RG e CPF, além do comprovante de endereço. Os interessados passam por uma entrevista prévia e, sendo aprovados, assinam um contrato de adoção, levando o novo companheiro para o lar no mesmo dia.
“A Adoção responsável é um ato de amor e compromisso, e estamos felizes em disponibilizar os espaços do Carrefour Property para conectar pets resgatados a novas famílias”, comenta Roger Teixeira, gerente de marketing do Carrefour Property.
A Associação de Proteção aos Animais, (Aspan), atua desde 1998 no resgate, acolhimento e proteção de animais em situação de vulnerabilidade, combatendo o abandono e os maus-tratos de cães e gatos. Com mais de duas décadas de trabalho, a ONG também desenvolve ações de castração gratuita para o controle populacional, beneficiando tutores de baixa renda e contribuindo para a saúde e o bem-estar dos animais.
Já o Instituto Ampara Animal, ONG mãe responsável pelos eventos de adoção do Grupo Carrefour Brasil, há 15 anos atua de forma preventiva na proteção de cães e gatos em situação de vulnerabilidade, com foco na conscientização, castração e adoção. Defendendo o respeito e a dignidade dos animais, já facilitou a adoção de mais de 14 mil pets, distribuiu 1,8 milhão de quilos de ração e vacinou 175 mil cães e gatos. Seu trabalho busca transformar a realidade dos mais de 30 milhões de animais abandonados no Brasil.
O empreendimento destaca ainda que a decisão de adotar um animal deve ser tomada com responsabilidade. Cães e gatos além de serem companheiros fiéis, exigem dedicação, tempo e recursos para uma vida saudável e feliz. “A adoção responsável transforma vidas, tanto a dos animais resgatados quanto a das pessoas que os acolhem”, finaliza.
Novo Notícias
São Gonçalo realiza primeiro “Festival Dona Militana”

O legado de Dona Militana, a maior romanceira do Brasil, será devidamente celebrado em sua terra natal. A prefeitura de São Gonçalo do Amarante promove no dia 19 (quarta), o primeiro Festival Dona Militana, uma homenagem ao centenário de nascimento da artista que deixou sua marca na cultura potiguar e brasileira. A programação será realizada no Teatro Municipal de SGA, a partir das 13h30, com palestra, mesa redonda, lançamento de livro, exposição, e concerto.
A abertura oficial do festival será às 13h30, com a apresentação de “Meu Pequeno Cisne”, de Hailton Mangabeira. Às 15h, a escritora Clotilde Tavares conduzirá uma palestra sobre a romanceira; às 16h, será realizada a mesa redonda “Dona Militana: Memórias, voz e legado – Relatos de quem viveu a história”, com participação de Gutemberg Costa, presidente da Comissão Norte-rio-grandense de Folclore, entre outros convidados.
Às 18h30 ocorrerá o lançamento do livro “Militana Salustino, romanceira centenária: Almanaque histórico”, escrito pela professora Maria Tereza de Oliveira, da Editora RN. O encerramento será com um concerto especial apresentado pela Banda de Música Municipal, sob a regência do maestro Aldo Correia. Além disso, estará aberta no local a exposição “Vida e História de Dona Militana”, destacando sua trajetória e contribuição para a cultura popular.
Dona Militana nasceu em 1925, e desde criança, trabalhando na roça, já recitava de memória canções sobre histórias de reinos medievais, algumas com mais de 700 anos. Na década de 1990, sua carreira a nível nacional se iniciou através do folclorista Deífilo Gurgel. Gravou o CD triplo “Cantares”, onde registrou os 54 romances contidos em sua memória prodigiosa. Faleceu em sua casa em 2010.
Serviço:
Festival Dona Militana. Dia 19 (quarta), a partir das 13h30, no Teatro Municipal de São Gonçalo do Amarante. Acesso gratuito.
Tribuna do Norte
Alerta para chuvas intensas em mais de 150 cidades do RN
- Comunicado do Inmet prevê precipitações que podem alcançar até 100 milímetros

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de risco de chuvas intensas para 159 municípios do Rio Grande do Norte. O comunicado, divulgado às 9h desta segunda-feira 17, prevê precipitações que podem alcançar até 100 milímetros, acompanhadas de ventos fortes entre 60 e 100 km/h nas cidades mencionadas.
Em caso de rajadas de vento, a população deve evitar se abrigar debaixo de árvores devido ao risco de quedas e descargas elétricas, além de não estacionar veículos perto de torres de transmissão e placas de propaganda.
Caso possível, é recomendável desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.
Para mais informações, entre em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199 ou com o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
Cidades afetadas:
- Acari
- Açu
- Afonso Bezerra
- Água Nova
- Alexandria
- Almino Afonso
- Alto do Rodrigues
- Angicos
- Antônio Martins
- Apodi
- Areia Branca
- Arês
- Augusto Severo
- Baraúna
- Barcelona
- Bento Fernandes
- Bodó
- Bom Jesus
- Brejinho
- Caiçara do Norte
- Caiçara do Rio do Vento
- Caicó
- Campo Redondo
- Caraúbas
- Carnaúba dos Dantas
- Carnaubais
- Ceará-Mirim
- Cerro Corá
- Coronel Ezequiel
- Coronel João Pessoa
- Cruzeta
- Currais Novos
- Doutor Severiano
- Encanto
- Espírito Santo
- Extremoz
- Felipe Guerra
- Fernando Pedroza
- Florânia
- Francisco Dantas
- Frutuoso Gomes
- Galinhos
- Goianinha
- Governador Dix-Sept Rosado
- Grossos
- Guamaré
- Ielmo Marinho
- Ipanguaçu
- Ipueira
- Itajá
- Itaú
- Jaçanã
- Jandaíra
- Janduís
- Januário Cicco
- Japi
- Jardim de Angicos
- Jardim de Piranhas
- Jardim do Seridó
- João Câmara
- João Dias
- José da Penha
- Jucurutu
- Jundiá
- Lagoa d’Anta
- Lagoa de Pedras
- Lagoa de Velhos
- Lagoa Nova
- Lagoa Salgada
- Lajes
- Lajes Pintadas
- Lucrécia
- Luís Gomes
- Macaíba
- Macau
- Major Sales
- Marcelino Vieira
- Martins
- Maxaranguape
- Messias Targino
- Monte Alegre
- Monte das Gameleiras
- Mossoró
- Natal
- Nísia Floresta
- Olho d’Água do Borges
- Ouro Branco
- Paraná
- Paraú
- Parazinho
- Parelhas
- Parnamirim
- Passagem
- Patu
- Pau dos Ferros
- Pedra Grande
- Pedra Preta
- Pedro Avelino
- Pendências
- Pilões
- Poço Branco
- Portalegre
- Porto do Mangue
- Pureza
- Rafael Fernandes
- Rafael Godeiro
- Riacho da Cruz
- Riacho de Santana
- Riachuelo
- Rio do Fogo
- Rodolfo Fernandes
- Ruy Barbosa
- Santa Cruz
- Santa Maria
- Santana do Matos
- Santana do Seridó
- Santo Antônio
- São Bento do Norte
- São Bento do Trairí
- São Fernando
- São Francisco do Oeste
- São Gonçalo do Amarante
- São João do Sabugi
- São José de Mipibu
- São José do Campestre
- São José do Seridó
- São Miguel
- São Miguel do Gostoso
- São Paulo do Potengi
- São Pedro
- São Rafael
- São Tomé
- São Vicente
- Senador Elói de Souza
- Senador Georgino Avelino
- Serra Caiada
- Serra de São Bento
- Serra do Mel
- Serra Negra do Norte
- Serrinha
- Serrinha dos Pintos
- Severiano Melo
- Sítio Novo
- Taboleiro Grande
- Taipu
- Tangará
- Tenente Ananias
- Tenente Laurentino Cruz
- Tibau
- Tibau do Sul
- Timbaúba dos Batistas
- Touros
- Triunfo Potiguar
- Umarizal
- Upanema
- Várzea
- Venha-Ver
- Vera Cruz
- Viçosa
Macauense tem o nome mais longo do Brasil; confira tudo
- Conheça a história de Charlingtonglaevionbeecheknavare dos Anjos Mendonça, o brasileiro com o nome mais longo do Brasil

Charlingtonglaevionbeecheknavare dos Anjos Mendonça. Complicado, né? Esse é o registro do homem com o nome mais longo do Brasil. Natural de Macau, no Rio Grande do Norte, ele é conhecido simplesmente como Chacha.
No Brasil, nomes criativos não são novidade. Um relatório da Associação dos Notórios e Registradores do Brasil divulgou uma lista com os 50 nomes mais inusitados registrados nos cartórios brasileiros.
Entre os mais curiosos estão: Amazonas Rio do Brasil Pimpão, Amin Amou Amado e Oceâno Atlântico Linhares. Apesar disso, nenhum supera Chacha, dono do nome mais longo do país.
Como se pronuncia o nome mais longo do Brasil
Conforme a reportagem da Record TV, há seis anos, a equipe de reportagem conferiu que a pronuncia era um desafio. Agora, em 2025, a dúvida continua: alguém aprendeu a falar corretamente? Entre tentativas frustradas e risadas, poucos acertam de primeira.
O próprio Chacha afirma que seu nome já foi motivo de dor de cabeça. No CPF precisaram mudar o sistema para caber todas as 32 letras. Mas de onde veio tanta criatividade? O pai, que inventou o nome, nunca disse o porquê.
Embora o nome seja incomum, a vida do homem com o nome mais longo do Brasil sempre foi normal. O maior problema não está na identidade, mas na falta de trabalho, pois ele já está há dois anos sem emprego.
Enquanto sua esposa, Érica, sustenta a casa como professora, Chacha busca alternativas e sonha com algo bem simples: um trabalho estável para cuidar da família.
R7 e ND+
Trens urbanos da Grande Natal têm circulação suspensa

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) anunciou a suspensão temporária de todas as viagens das Linhas Norte e Sul do sistema de trens urbanos da Grande Natal nesta segunda-feira (17). A medida foi tomada devido aos impactos das fortes chuvas que atingiram a região, resultando em alagamentos e assoreamento nos trilhos.
Desde o início das precipitações, equipes técnicas da CBTU estão mobilizadas para realizar os reparos necessários e garantir a retomada da operação com segurança. Ainda não há previsão para a normalização do serviço.
Tribuna do Norte
Unimed: Chapa 2 reúne mais de 350 médicos e evidencia força na reta final da campanha

A campanha da Chapa 2 – Juntos Podemos Mais, liderada por Márcio Rêgo e Carla Karini, mostrou mais uma vez sua força e mobilização na reta final da disputa pela presidência da Unimed Natal. Neste sábado, a Feijoada de Adesão reuniu mais de 350 médicos cooperados, em um evento que reforçou o apoio crescente à chapa e consolidou seu favoritismo para a eleição.
O encontro foi marcado pelo entusiasmo dos cooperados, que demonstraram confiança no projeto da Chapa 2 para promover uma gestão mais transparente, inovadora e voltada para a valorização dos médicos e o fortalecimento da Unimed Natal.
“Estamos na reta final de uma campanha respeitosa, construída com diálogo, propostas concretas e compromisso com o futuro da Unimed Natal. Ver essa grande adesão dos médicos cooperados nos dá ainda mais certeza de que estamos no caminho certo. Seguimos firmes e cada vez mais fortes para transformar nossa cooperativa”, destacou Márcio Rêgo.
Mobilização reforça vantagem da Chapa 2
Com uma campanha pautada na proximidade com os cooperados e na apresentação de soluções reais para os desafios da Unimed Natal, a Chapa 2 tem ampliado seu apoio. A mais recente pesquisa Perfil/98 FM já indicava a liderança consolidada de Márcio Rêgo, com 58,03% dos votos válidos, e a mobilização vista no evento reforça a tendência de crescimento na reta final da eleição.
Além de demonstrar a confiança dos médicos no projeto da Chapa 2, a Feijoada de Adesão simbolizou o engajamento da categoria em torno de uma gestão que promete eficiência e inovação para a Unimed Natal.
Para conhecer as propostas da Chapa 2 acesse: www.chapa2unimednatal.com.br

Movimento ambientalista no Brasil: origem, políticas e impacto social; confira
- Quem lucra com a descredibilização do ambientalismo?

Alguns setores da direita não apenas criticam o movimento ambientalista, mas recorrem às fake news para descredibilizá-lo, espalhando desinformação e minando soluções reais para o aquecimento global.
Narrativas absurdas, como a falsa acusação de que ONGs e indígenas são responsáveis por incêndios florestais, são amplamente divulgadas para proteger interesses de setores que lucram com a destruição ambiental.
No entanto, essa é uma interpretação bastante imprecisa sobre um importante movimento político que busca justamente o contrário – aumentar a qualidade de vida para os seres humanos enquanto salvam o que sobrou do meio ambiente.
Mais do que isso, o movimento ambientalista é mais um movimento social que se baseia em evidências científicas e busca um equilíbrio entre desenvolvimento e sustentabilidade. Aqui vamos entender sobre a origem, a atuação política sobre o tema, os principais eventos históricos e por que a preocupação ambiental não é uma questão ideológica, mas sim de sobrevivência e responsabilidade socioambiental.
O que é o movimento ambientalista?
O movimento ambientalista é uma iniciativa global voltada para a preservação do meio ambiente, promovendo a sustentabilidade e a conscientização sobre o impacto humano na natureza. Esse movimento engloba ações de diferentes setores da sociedade, como ONGs, governos, cientistas e ativistas que trabalham para desenvolver políticas públicas e práticas sustentáveis.
Como e quando surgiu o movimento ambientalista?
Não é de hoje que a preocupação com o meio ambiente existe. Porém, foi no século XIX que essas preocupações se intensificaram, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, em resposta às consequências da Revolução Industrial.
No entanto, sua expansão global ocorreu no século XX, com destaque para a década de 1960, quando surgiram preocupações sobre poluição, destruição de ecossistemas e o uso indiscriminado dos recursos naturais. Na mesma década, o avanço da Revolução Verde levou ao uso intensivo de pesticidas e fertilizantes sintéticos na agricultura.
Apesar do aumento da produção de alimentos, esses produtos químicos tiveram efeitos negativos no meio ambiente e na saúde humana – essa preocupação ficou evidente na obra “Primavera Silenciosa” de Rachel Carson, lançada em 1962, que denunciou os efeitos nocivos do pesticida DDT e incentivou a regulamentação do seu uso.
Outro marco importante na história do ambientalismo foi a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, capital da Suécia, em 1972.
Este evento foi o primeiro grande encontro internacional a reconhecer a crise ambiental como um problema global e impulsionou debates sobre poluição, crescimento populacional, esgotamento dos recursos naturais e a relação entre desenvolvimento e sustentabilidade.
A conferência também resultou na criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e consolidou a ideia de que a proteção ambiental deveria ser integrada às políticas econômicas e sociais, influenciando decisões legislativas e iniciativas ambientais até os dias atuais.

Rachel Carson foi uma bióloga americana conhecida por seus escritos sobre poluição ambiental e a história natural do mar. Imagem: reprodução.
Movimento ambientalista atualmente
A crescente preocupação com as mudanças climáticas foi reforçada por eventos recentes. Em janeiro de 2025, a temperatura global bateu recorde, sendo o mês mais quente já documentado até então, evidenciando a necessidade urgente de medidas para conter o aquecimento global.
Atualmente, o movimento ambientalista conta com diversos eventos acontecendo ao longo dos anos e reúnem países de diferentes continentes debatendo a sustentabilidade global. Entre as principais agendas desses eventos está a preocupação pelo uso do petróleo, a questão do uso racional de água potável, o aquecimento global e como o avanço da tecnologia impacta diretamente a busca por um planeta mais verde.
Em 2025, por exemplo, o Brasil vai sediar a 30ª Conferência das Partes (COP30) em Belém do Pará. O evento destacará a importância da Amazônia na agenda climática global e o reforço sobre o papel do país na liderança de políticas ambientais sustentáveis.
Movimento ambientalista no Brasil
Entre as mudanças que o ambientalismo busca promover no mundo, a agenda brasileira resume bem a atuação dos grupos políticos, ONGs e comunidades que procuram ativamente trabalhar em prol de um país mais sustentável em todos os aspectos. Aqui, por exemplo, podemos resumir a atuação ambientalista no Brasil hoje em três principais pilares:
1. Transição para energias renováveis
Objetivo: reduzir a dependência de combustíveis fósseis e promover fontes de energia limpa, como solar e eólica.
Exemplo: o Brasil tem expandido significativamente seus parques eólicos, com destaque para o Rio Grande do Norte, que se tornou um dos maiores produtores de energia eólica do país.
2. Proteção da biodiversidade
Objetivo: preservar ecossistemas e espécies ameaçadas.
Exemplo: a criação da Estação Ecológica de Tamoios, no Rio de Janeiro, visa proteger a fauna e flora marinha da região, contribuindo para a conservação da biodiversidade brasileira.
3. Promoção da justiça climática
Objetivo: abordar as desigualdades sociais exacerbadas pelas mudanças climáticas, garantindo que comunidades vulneráveis sejam incluídas nas soluções.
Exemplo: povos indígenas da Amazônia, como os Yanomami, têm lutado contra o avanço do garimpo ilegal, que ameaça suas terras, degrada o meio ambiente e compromete suas condições de vida.

Pessoas manifestando na rua de Londres em 2024 para exigir o fim imediato de novas infraestruturas ligadas aos combustíveis fósseis. Imagem: reprodução.
Quais são os objetivos do movimento ambientalista?
A defesa do meio ambiente busca promover um equilíbrio sustentável entre o desenvolvimento humano e a preservação dos recursos naturais. Entre os principais objetivos estão a conservação dos ecossistemas e a proteção de espécies ameaçadas.
Outro pilar importante dessa causa é a educação ambiental, que visa conscientizar a população sobre a importância da preservação dos recursos naturais e incentivar hábitos mais sustentáveis. Além disso, o movimento ambientalista também luta por políticas públicas voltadas para o combate às mudanças climáticas, essenciais para mitigar os impactos do aquecimento global.
Os esforços pela defesa do meio ambiente ainda incluem a luta por uma agricultura sustentável, buscando alternativas para práticas predatórias como a monocultura de alimentos. Para garantir que essas iniciativas sejam eficazes, a regulamentação ambiental tem um papel fundamental, pressionando governos e empresas a adotarem e cumprirem leis mais rigorosas de proteção ecológica.
Porém, enquanto países ao redor do mundo avançam em pautas sustentáveis, parte da direita no Brasil continua promovendo retrocessos, seja flexibilizando leis ambientais, desmontando órgãos de fiscalização ou disseminando desinformação sobre aquecimento global visando promover o esvaziamento da pauta.
A defesa cega de combustíveis fósseis e o ataque às regulações ambientais não só prejudicam o meio ambiente, mas também colocam o Brasil na contramão de um mundo que caminha para uma economia mais sustentável.

Segundo a OMS, ondas de calor causam mais mortes do que qualquer outro desastre natural, afetando principalmente idosos e populações vulneráveis. Imagem: divulgação.
Fake news sobre o ambientalismo
O movimento ambientalista frequentemente é alvo de desinformação e notícias falsas que buscam desacreditar suas ações e objetivos. Entre eles estão falácias sobre seus objetivos, a contestação do aquecimento global e até a falsa acusação de que indígenas e ONGs estão por trás das queimadas criminosas que assolaram o país em 2024.
Aqui separamos as principais fake news e uma breve explicação as refutando:
“O ambientalismo é contra o desenvolvimento econômico”
Na realidade, o movimento ambientalista defende um desenvolvimento sustentável, que concilie crescimento econômico com a preservação dos recursos naturais. A adoção de práticas sustentáveis pode gerar empregos, promover inovações tecnológicas e assegurar a disponibilidade de recursos para as futuras gerações.
“O aquecimento global é uma farsa”
Há um consenso científico sobre as mudanças climáticas e o impacto das atividades humanas no aumento da temperatura global. Negar essa realidade ignora décadas de pesquisas e dados coletados por instituições renomadas mundialmente.
“Ambientalistas querem impedir a produção de alimentos”
O objetivo não é barrar a agricultura, mas incentivar práticas agroecológicas e sustentáveis que protejam o solo e os recursos hídricos. Essas práticas buscam aumentar a eficiência produtiva e garantir a segurança alimentar a longo prazo.
“Organizações ambientais recebem dinheiro para travar o progresso”
Muitas ONGs ambientais trabalham de forma transparente e recebem financiamento para projetos legítimos de conservação e educação ambiental. Acusá-las de impedir o progresso é uma tentativa de descredibilizar esforços essenciais para a sustentabilidade.
“Indígenas e ONGs são responsáveis pelas queimadas na Amazônia”
Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro acusou, sem provas, ONGs de estarem envolvidas em incêndios ilegais na Amazônia. Organizações como a WWF Brasil, o Greenpeace e o Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental rebateram e criticaram essas afirmações.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais do Brasil, 6.288 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos na Amazônia. Imagem: Acervo Nacional
O movimento ambientalista e sua força política
No Brasil, a pauta ambiental é defendida por diversos parlamentares e partidos. O Partido Verde (PV) tem a principal agenda dedicada às causas ecológicas. Além do PV, outros partidos também possuem representantes que atuam em prol do meio ambiente, como Fábio Feldmann, que foi deputado federal e teve papel crucial na elaboração do capítulo ambiental da Constituição de 1988, e Márcio Santilli, ex-deputado federal e ex-presidente da Funai.
Além disso, Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima pela segunda vez durante o terceiro governo Lula, tem uma longa trajetória de luta pela conservação da Amazônia e pelo desenvolvimento sustentável. Ela desempenhou um papel fundamental na implementação de políticas de combate ao desmatamento e na criação de áreas protegidas.
Porém, não podemos esquecer que o Brasil é um dos paises mais perigosos para pessoas ligadas ao ambientalista, no mundo. Uma pesquisa feita pela ONG Global Witness revelou que o Brasil ocupa a 2º posição mundial em quantidade de homicídios de ativistas ambientais – um ambientalista foi morto a cada dois dias em 2023.
Pensando nisso, cabe aqui apontarmos as principais figuras sociais deste movimento, começando por Chico Mendes, seringueiro e sindicalista que se tornou um símbolo internacional da defesa da Amazônia e dos povos da floresta, tendo sua vida brutalmente interrompida por sua militância.
Ailton Krenak, líder indígena, escritor e filósofo, tem sido uma voz essencial na luta pelos direitos indígenas e na denúncia da destruição ambiental promovida pelo modelo econômico predatório.
Já Alessandra Korap, liderança do povo Munduruku e ganhadora do Prêmio Goldman de Meio Ambiente, se destaca pela resistência contra a mineração ilegal e a exploração de terras indígenas.
É nítido que o movimento ambientalista, portanto, não se restringe à preservação ecológica ou à conscientização sobre práticas sustentáveis. Ele se entrelaça com questões políticas, sociais e culturais, pois a destruição ambiental muitas vezes caminha lado a lado com violações de direitos humanos, concentração de terras e marginalização de comunidades tradicionais.

Chico Mendes foi um seringueiro e ativista que dedicou sua vida à defesa da Amazônia e dos povos da floresta. Imagem: Miranda Smith
Quem lucra descredibilizando o ambientalismo?
Provavelmente a resposta na ponta da língua são os agropecuários, mas existem diversos outros grupos políticos e, inclusive, do setor público, que acredita que é benéfico desmotivar movimentos ambientalistas.
No Brasil, o movimento é frequentemente atacado por figuras políticas da direita, em geral, alinhadas a interesses econômicos que priorizam o desenvolvimento predatório ao invés da conservação ambiental.
Durante seu mandato, o ex-presidente Jair Bolsonaro implementou políticas que resultaram na flexibilização de regulamentações ambientais, redução de verbas para pesquisas sobre mudanças climáticas e aumento do desmatamento na Amazônia. É mais do que nítido de que lado o ex-presidente estava e não era a favor da sustentabilidade.
São os setores do agronegócio, as pessoas por trás de mineradoras, garimpos, empresas de hidrelétricas e madeireiros ilegais que mais saem ganhando. Exemplo disso foi o caso do Ricardo Sales, ex-ministro do meio ambiente, acusado de favorecer empresários ligados à extração ilegal de madeira ao afrouxar regras de fiscalização do Ibama.

Ricardo Sales, ex-ministro do Meio Ambiente, virou réu no caso de exportação ilegal de madeira. Imagem: Fabio Pozzebom
O movimento ambientalista no Brasil e no mundo tem se consolidado como uma força essencial para garantir um futuro sustentável, equilibrando desenvolvimento econômico e preservação dos recursos naturais.
Apesar dos desafios impostos por setores conservadores e da desinformação que tenta descredibilizar suas pautas, a luta por energias renováveis, biodiversidade e justiça climática continua sendo indispensável. O Brasil, como potência ambiental, tem um papel fundamental na agenda global, e a realização da COP30 em 2025 reforça sua responsabilidade na liderança de políticas ambientais.
Mais do que uma questão ideológica, a defesa do meio ambiente é um compromisso com a vida, com a economia do futuro e com as próximas gerações. Cabe à sociedade, aos governos e às instituições fortalecer essa causa e garantir que o Brasil não siga na contramão da sustentabilidade global, mas sim como protagonista na construção de um planeta mais verde e resiliente.
Se você quer entender melhor os desafios e soluções para um futuro sustentável, conheça o curso Meio Ambiente e Sustentabilidade, ministrado por Suzana Vaz e Waverli Neuberger. Aprenda sobre os impactos ambientais, a relação do homem com a natureza e caminhos para um modelo econômico e social mais justo e regenerativo. Inscreva-se agora!
ICL
Três restaurantes populares têm serviços suspensos no RN

Pelo menos três unidades dos Restaurantes Populares estão fechadas desde esta quarta-feira (12) no Rio Grande do Norte. Eles eram responsáveis pela distribuição diária de 1.190 refeições.
Tiveram atendimento suspenso os restaurantes do bairro Planalto e da avenida Pompeia em Natal, além da unidade de Parelhas, na região Seridó potiguar. Os três eram administrados pelo mesmo fornecedor.
Nos restaurantes populares, trabalhadores, pessoas em situação de rua e outros cidadãos costumam pagar R$ 1 pelo almoço e outras refeições. O atendimento é coordenado pela Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas).
Um dos usuários do restaurante popular do Planalto, na Zona Oeste de Natal, é o segurança Nelson Pereira, que frequenta a unidade todos os dias.
“Ontem eu vim, estava fechado. Hoje, a mesma coisa. Não sei o porquê. Agora vou para casa sem almoçar e vou fazer um lanche. Amanhã eu venho de novo para saber se está aberto”, afirmou.
Em nota, a Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan), da Sethas, informou que as unidades estão com os serviços temporariamente suspensos “devido a problemas operacionais”. Ao todo, o estado tem outros 110 restaurantes populares.
“Esclarecemos que assim que seja sanada a situação, as atividades serão retomadas normalmente”, informou a pasta.
Segundo Adriano Oliveira, secretário adjunto da Sethas, a empresa responsável pelos três restaurantes alegou dificuldades operacionais e solicitou o distrato do contrato.
“A gente pediu explicações à empresa e ela acaba de apresentar documento renunciando o contrato por dificuldades, e ai ela é quem vai explicar quais as dificuldades, mas o estado estava cobrando pelo bom funcionamento do equipamento”, disse.
De acordo com o secretário, o contrato foi cancelado e o governo terá que iniciar um novo processo para contratação de um novo fornecedor. Ainda de acordo com ele, o estado estava com pagamento do serviço em dia.
O governo não deu prazo para reabertura dos restaurantes.
G1RN
Chuvas vão continuar e avançar para o interior do RN

As chuvas que atingem Natal nesta sexta-feira (14) deverão continuar por toda a manhã na faixa litorânea e avançar pelo interior do Rio Grande do Norte a partir da tarde. As precipitações devem ocorrem em todo o Estado no fim de semana. O apontamento é do meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Gilmar Bristot.
Leia mais:
- [VÍDEO] Mulher é arrastada pela correnteza durante chuvas em Natal
Prefeitura executa ações para minimizar efeitos das fortes chuvas em Natal
Gilmar Bristot esclarece que as fortes chuvas caídas nas últimas horas foram causadas pela Zona de Convergência Tropical. “Os oceanos, tanto o Pacífico como a La Niña fraca e o oceano Atlântico Norte mais frio que o Atlântico Sul, induzem uma condição de chuvas de boas para os próximos dias aqui no Estado.”
O meteorologista da EMPARN ressalta ainda que este período de transição, com a proximidade o fim do verão e a mudança de estação, no próximo dia 21, é o mais sensível para a ocorrência de chuvas na região Nordeste.
Acumulado
Em Natal, a Emparn registrou um acumulado nas últimas 24h foi de 58,2 milímetros, segundo boletim da Unidade Instrumental de Meteorologia. Na região Agreste, foram registradas chuvas acima de 90mm em alguns municípios, como é o caso de Monte Alegre, onde o acumulado foi de 92mm.
O fim de semana também será com chuvas em todo o Rio Grande do Norte. As condições favoráveis para precipitações devem perdurar até, pelo menos, dia 25 de março – inclusive no Dia de São José (19), data simbólica para o homem do campo.
98FM
Natal registra 58,2 mm de chuva e lidera acumulado no RN; veja outros municípios

O boletim pluviométrico diário divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) apontou Natal como o município com o maior volume de chuvas nas últimas 24 horas, acumulando 58,2 mm de precipitação. A chuva intensa na capital marcou o principal destaque do período entre as 7h de quinta-feira (13) e as 7h desta sexta-feira (14).
Além da capital potiguar, outras cidades da região Leste também registraram volumes expressivos. Macaíba acumulou 47,6 mm, seguida por Canguaretama (41,6 mm), Ceará-Mirim (31,6 mm) e São Gonçalo do Amarante (29,2 mm). Essas precipitações ajudam a amenizar o calor e reforçam o abastecimento hídrico na região.
No Agreste Potiguar, a chuva foi mais modesta, mas Lagoa Salgada se destacou com 9,8 mm. Em Pureza, localizada também no Leste do estado, o índice chegou a 9,4 mm. Outras localidades dessa região tiveram volumes bem menores, como Boa Saúde (2,0 mm), Taipu (2,4 mm) e Goianinha (0,4 mm).
Tribuna do Norte

Parabéns prefeito @paulinhofeire, pelo belíssimo carnaval 👏👏👏👏👏
Álvaro Dias será se Deus quiser o melhor para reconstruir o RN o mesmo que fez por Natal se Deus…
Que notícia maravilhosa 👏🏻👏🏻👏🏻